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ESAF na 1ª Grande Rodada de Negócios de Maceió: industrialização como caminho para escala na construção civil

Saiba como foi a participação da ESAF na 1ª Rodada de Negócios de Maceió e os principais insights do evento sobre a industrialização na construção civil.

 

A 1ª Grande Rodada de Negócios de Maceió marcou um avanço relevante no setor. Realizado nos dias 19 e 20 de março de 2026, a ocasião contou com empresas estratégicas. Foram 38 construtoras e 33 fornecedores, conectados em uma dinâmica orientada a negócios reais. O formato priorizou reuniões objetivas, troca técnica e geração de oportunidades.

A ESAF teve a honra de estar presente contribuindo com uma palestra de Alison Nesi, diretor comercial da empresa. Continue a leitura e confira os principais insights sobre esse encontro que foi tão rico para a cadeia da construção civil. Boa leitura!

 

Um ambiente criado para gerar mais do que conexões

A proposta da 1ª Rodada de Negócios de Maceió foi clara desde o início: aproximar quem compra de quem fornece. Com isso, as agendas foram organizadas para encontros diretos, com tempo otimizado e foco em resultados. Além disso, a programação contou com conteúdos técnicos voltados ao setor.

Entre os temas abordados, os participantes puderam discutir sobre inovação, industrialização e eficiência produtiva na construção civil. Um modelo interessante, pois reduz ruídos e aumenta a qualidade das negociações.

 

A participação da ESAF com conteúdo técnico

Compondo o cronograma do evento, a ESAF marcou presença com uma apresentação conduzida por seu diretor comercial, Alison Nesi. Em formato de palestra técnica, o conteúdo foi direcionado a construtoras e decisores do setor, com um objetivo claro: discutir caminhos reais para ganhar escala com previsibilidade. A participação reforça o posicionamento da empresa como agente de transformação do setor.

Com uma abordagem direta, o especialista trouxe à luz um dos principais desafios atuais, a partir do tema “A industrialização da construção civil como vetor de escala e eficiência”. Segundo o conteúdo apresentado, o grande problema das obras deixou de ser apenas o custo. Hoje, o desafio está na previsibilidade e na capacidade de escalar operações. Como destacou Nesi, “o crescimento da demanda, somado à escassez de mão de obra, pressiona o modelo tradicional”. Nesse cenário, a industrialização das obras surge como uma resposta estratégica.

Entre os principais insights da apresentação, estão:

  1. O gargalo não é tecnologia, é a previsibilidade

A principal dificuldade está em manter o padrão, a produtividade e a entrega em escala.

  1. Dependência de mão de obra limita crescimento

Alta rotatividade e baixa qualificação impactam prazo e custo das obras.

  1. A industrialização começa no projeto

Grande parte da eficiência é definida antes mesmo da obra começar.

  1. Padronização viabiliza automação

Sem repetição e escala, a automação perde eficiência operacional.

  1. A redução da complexidade aumenta produtividade

Excesso de variações e SKUs reduzem desempenho e elevam custos.

 

A solução prática trazida pelas esquadrias híbridas

Em resposta às barreiras apontadas pelo especialista, foi apresentado o conceito de esquadrias híbridas — a combinação de alumínio e PVC como solução para ganho de escala. Entre seus principais atributos, destacam-se a padronização produtiva, a redução de retrabalho, a menor dependência de ajustes, a previsibilidade de prazos e a otimização do custo global.

Essa é uma análise que vai além do produto. A discussão está no impacto direto na operação da obra como um todo, trazendo a industrialização como vantagem competitiva. Afinal, empresas que se antecipam constroem vantagens claras como eficiência operacional, controle de custos, maior capacidade de escala e, consequentemente, competitividade no mercado.

A partir de tais perspectivas, a discussão deixa de ser se o setor irá mudar e passa a ser sobre quem irá sair na frente.

 

A primeira, de muitas, rodadas de negócios

A cada dia que passa, trabalhar com construção civil significa buscar soluções mais inteligentes, previsíveis e escaláveis. Por isso, estar presente na primeira Rodada de Negócios de Maceió reafirmou o alinhamento da ESAF com o futuro do segmento. O sentimento é de satisfação, mas também de responsabilidade. Um compromisso alinhado ao desafio de continuar liderando discussões que impactam o desempenho real das obras. É fortalecendo relacionamentos e abrindo espaço para novas oportunidades comerciais que se eleva o nível das discussões no segmento.

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